
Rondooz em destaque na British Vogue
Rondooz foi destaque na campanha da British Vogue, aparecendo tanto nas edições digitais quanto físicas da revista.
Para a Rondooz, um atelier fundado em Barcelona, essa participação representa um avanço significativo. Aparecer em uma publicação do prestígio da British Vogue coloca o trabalho da marca diante de um público internacional muito mais amplo, ampliando sua visibilidade na indústria global da moda muito além dos círculos que a acompanham até agora.
A Rondooz constrói suas coleções em torno da pintura manual aplicada diretamente no tecido, tratando cada peça como uma superfície para uma obra artística original, e não como um padrão repetido. O bordado é adicionado à mão, peça por peça, conferindo a cada roupa uma textura e profundidade que não podem ser duplicadas na produção em massa. Esse processo define a identidade da marca tanto quanto qualquer design individual, já que cada peça finalizada carrega a marca do trabalho individual em vez da produção industrial.
Essa mesma abordagem molda todas as partes da coleção Ready to Wear da marca, coleções únicas e de edição limitada, embora cada uma tenha um propósito diferente dentro dela. As peças Ready to Wear trazem o trabalho pintado à mão e bordado da marca para roupas feitas para o uso diário, sem abrir mão do artesanato por trás delas.
Peças one of one estão no outro extremo dessa gama: cada uma é uma obra única e irrepetível, nunca produzida novamente após sua criação.
Peças de edição limitada ficam entre as duas, produzidas em números pequenos e fixos para que a escassez faça parte do design em si, e não seja um detalhe posterior. É essa estrutura, que vai do uso cotidiano a obras singulares, que parece ter chamado a atenção da Vogue.


A participação na Vogue adiciona um novo público a um processo que a marca segue desde o início: roupas feitas lentamente, à mão, com atenção aos detalhes que a produção em massa tende a ignorar. À medida que a presença internacional da Rondooz continua a crescer, essa participação representa mais um ponto de reconhecimento para uma prática baseada na paciência, e não na velocidade.

